segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Errata

Pelo visto passou despercebido para todos que lêem o blog (estamos falando de milhares de pessoas).

O que acontece é que, nos 3 últimos posts, totalizando 7 vezes, onde tiver “Carreiro” leia-se “Carrero”. Na boa, se eu não os informasse ninguém perceberia.

Fiquem agora com um vídeo de um tiozão cagão em uma das montanhas russa do Beto CARRERO (agora sim).

- É, os gritos agudos parecem ser do tiozão.

- Ele hiperventilou no final.

- Se tivesse uma pomba voando por ali, ele a engoliria.

- Por favor, não repitam este FIASCO.

- Ah, e sim, no vídeo também está escrito da forma errada, “Carreiro”.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Muita Adrenalina e pouca Vasopressina!

No momento em que escrevo este texto curto (espaço reservado para piada do textículo), falta exatamente uma semana para a grande Ida Raz ao Beto Carreiro e Camburiú. Com a expectativa assolando os intrépidos (e cantantes) viajantes resolvi pesquisar o que nos aguarda no parque Beto Carreiro (in memoriam). Já esperava por muita adrenalina e pouca vasopressina, mas me surpreendi com algumas atrações que não lembrava ou não existiam há alguns anos. Cá estão:

Kart: Cara, duvido que exista alguma pessoa que se diz “macha” e não tenha vontade de ir andar em um carro de formula 1. Duvido! Porém como nossa realidade não permite pagar nem o parafuso da roda, nos contentamos com umas voltinhas de Kart mesmo. O Raz é um grupo extremamente organizado e endinheirado, por isso NUNCA fomos andar em Tarumã ou no Velopark! Além de ser a primeira oportunidade para este umirde grupo realizar esse sonho, será uma grande oportunidade para mostrar nossas habilidades de direção alcoolizada, sem medo de bafômetro e outros artifícios que inibem nossa tranqüila volta para casa após a balada.

Montanhas Russas diversas: Há umas 2 ou 3 montanhas russas lá. Ou seja, 2 ou 3 jeitos diferentes do pessoal expelir sua mistura de ceva e suco gástrico, na platéia ou nos próprios companheiros. No looping ou na montanha russa em que o trilho é em cima da cabeça, já prevejo o AZEDINHO banhando o pessoal.

Monga: Um lugar onde tem mulher com pouca roupa, rebolando e se insinuando para o pessoal. Isto pra mim tem outro nome, só falta dizer que a comprando uma ceva por R$ 15,00, ganha uma rebolada. O único problema é que parece que com o passar do tempo ela adquire uns pêlos e vira uma primata subdesenvolvida. Atenção: Depois da transformação não é mais permitido contratação do SERVIÇO. Zoofilia é crime.

Vila germânica: Não haverá lugar em que o Raz se sentirá mais em casa nessa viagem. Bandinha, chucrute e típicas alemãs loiras com vestidos (curtos, por favor). Pô, um lugar que homenageia a Alemanha, com a proximidade do mês de outubro, espero que nossos problemas com abstinência estejam solucionados. Afinal em outubro é a enchente de Chopp!

Tiraremos fotos para nos lembrarmos de como foi!

E sim, aprendi a botar links.

sábado, 28 de agosto de 2010

E o Repertório RAZ...

Poucos sabem, mas o RAZ além de se caracterizar como um grupo germânico-festivo-embriagado, produtor de festas, indiadas, canecos e tirantes é um formidável CORAL. Abençoado com extensões vocais variando em baixo-barítono, tenor, contratenor e um mezzosoprano o coral RAZ se distingue por uma afinação digna de grandes espetáculos. Sempre ao embalo do suco de cevadis, é claro!

Mas de que adianta uma grande churrasqueira sem carne? Um lindo caneco sem líquido? Uma boa academia sem gurias de suplex? NADA! E acontece o mesmo com um coral sem um bom repertório. Com essa preocupação todas as músicas interpretadas são escolhidas por serem grandes poemas ou por oferecerem um grau de dificuldade à nossas habilidades.

Entre a variada gama de sucessos cantados destacam-se: Dormi na Praça, Boate Azul, Shainarai, Ser Corno ou Não Ser, Amigo Punk e Trinca Mais Não Trepa.

Ainda há outras músicas para situações mais especiais a exemplo de “Sou um bolinho de arroz” cantada para ACALENTAR as almas exaustas (vide 11:00 do último dia do Itinerário).

E conforme o post do Itinerário RAZ as pessoas que forem de ônibus e não conhecem estes grandes talentos, terão a possibilidade de deleitar-se com esta fabulosa cantoria que promete ser um grande show. E de GRAÇA! Ah, e não se acanhe, decore as letras e tente acompanhar nossa habilidade.

E para você que não irá neste ônibus do espetáculo não fique triste. Sempre que passar na frente de um recinto e ouvir um violão, uma batucada descompassada, vozes de arrepiar e um aroma de MALTE e LÚPULO saiba que ali está ocorrendo a mais incrível manifestação sonora que seus tímpanos poderão escutar.

“Eu tava zanzando na praia

Na praia de Camboriú

Tinha enchido a maré

A água bateu no meu pé...”

domingo, 15 de agosto de 2010

Ida RAZ ao Beto Carreiro e Camburiú

Pois então pessoal!

Graças a nosso amigo Tchuck o RAZ irá se aventurar aos confins do segundo melhor estado deste Brasil-sil. Isto mesmo, em setembro iremos para Santa Catarina, visitar o MAUSOLÉU de Beto Carreiro e verificar se as águas de Camburiú são fundas o bastante para bater no pé.

Com base nos e-mails que a gurizada mandou bolei o ITINERÁRIO RAZ da aguardada viagem. Ei-lo:

20:00 – Preparação para a viagem. Como cada viajante estará munido de seus dois fardos de cerveja, será necessário um tempo para alocar todo este volume de cerveja e gelo nos recipientes térmicos. Neste momento, mesmo não oficialmente, a cerveja da viajem já estará sendo tragada.

22:00 – Entrada no ônibus. Reserva de local para os isopores e eventual bebida sobressalente. Após posicionar a bebida confortavelmente em seus acentos cada aventureiro escolherá o canto do ônibus que mais lhe agrada.

22:01 – Abertura oficial da primeira latinha de cerveja. Só isso.

22:02 – Partida da cidade mãe, Estância Velha. Neste momento começa o consumo DESENFREADO da bebida. Afinal, dois fardos são bastante.

22:39 – Com os ânimos menos sóbrios o musico do RAZ, Dudu, que já vem ensaiando música de zona/corno fazem dois meses, inicia a cantoria que deve durar até as cordas vocais de todos os envolvidos pedirem ARREGO.

00:00 – Brinde da virada do dia.

01:00 – Continua a cantoria e bebedeira.

06:00 – Acredito que terá uma parada para comer. Se não tiver tudo bem, ainda teremos nossa cerveja.

08:00 – Chegada a tumba de Beto Carreiro. Saída do ônibus, dois passos e queda de todos os participantes. A desculpa para tal atitude será de que quando se bebe sentado não se percebe o nível de labirintite alcoólica.

08:05 – Remoção dos demais participantes em coma alcoólico de dentro do ônibus.

08:15 – Entrada na catacumba.

10:30 – Primeiro vomito causado por um brinquedo de alta velocidade.

11:00 – Risos embriagados no túnel do terror (se é que aquilo existe ainda).

15:00 – Viagem no trem. Altos níveis de adrenalina no surpreendente assalto ao trem pagador, em que Beto Carreiro (hein?!) salva o povo.

18:00 – Saída do sepulcro.

18:15 – Contagem dos participantes. Mesmo se houver duas ausências segue a viajem.

18:16 – Alegria e comoção no ônibus ao descobrir que ainda tem cerveja.

20:00 – Chegada ao hotel. Neste momento o gerente do hotel percebe que não foi um bom negócio.

21:00 – Janta.

23:00 – Saída para a noite em Camburiú. (Nunca passei uma noitada em Camburiú, não sei o que esperar)

04:00 – Mais embriagados que nunca, retorno ao hotel. Banho na piscina térmica.

05:00 – Possível suruba no quarto de alguém.

08:00 – Café da manhã. Deus queira que tenha cerveja.

09:00 – Reabastecimento dos isopores.

10:00 – Partida de Cambiuriú.

11:00 – Com sono todos tentam dormir MAS Dedão NÃO permitirá. Com seu vasto repertório de músicas infanto-enjoativas fará com que todos se mantenham como zumbis (ou SUMBIS).

20:00 – Chegada em EV. E aquela última ceva no centro.

Alguma sugestão ou alteração do ITINERÁRIO RAZ?! Escreva nos comentários.

Prost!